Mestre Manoel Cândido Pinto de Oliveira

Manoel de Oliveira

Portugal ficou mais pobre, perdeu o seu poeta das imagens, o pai da Sétima Arte em Portugal. Um sonhador, que soube como ninguém viver a sua vida intensamente a “25 frames por segundo”.

Nos próximos dias a sua vida artística fará correr muita tinta e o cineasta Manoel de Oliveira será alvo das mais merecidas homenagens.

Como humilde poeta, atrevo-me somente a falar da faceta de ser humano do Mestre. Portugal, habituado a acreditar que “recordar é viver”, aprendeu com Manoel de Oliveira uma surpreendente lição de vida. Esse Peter Pan de 106 anos, fez questão de nos ensinar a todos que trabalhar é viver… feliz. Basta para tal fazê-lo com alegria, paixão e sempre de olhos postos no futuro.

Doravante, para mim o dia 1 do mês de maio passará a ser: Primeiro de Maio, Dia do Trabalhador e de Manoel de Oliveira, associando deste modo, um segundo grande português a uma efeméride.

Só conheci na vida outra pessoa como ele. Pelo seu exemplo, o meu muito obrigado aos dois!

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