Novo Banco: perdão fiscal ou truque de ilusionismo

Novo Banco

Até tu Marcelo? Os teus amigos que te ensinam o que nos vens ensinar, ao Domingo à noite, não te ensinaram tudo direitinho desta vez? Mau mau maria! Ao que parece também consegues ser… “incompetente a falar”.

Não é que afirmaste, preto no branco, que “quando há um perdão fiscal entre aspas, quer dizer que quem vai pagar são os contribuintes”. Nem sempre meu querido amigo, desta vez foste enganado.

Ora se neste momento o Novo Banco está na posse do estado, o perdão fiscal nada impacta nas contas públicas. É tirar o “guito” de um bolso do casaco e colocar noutro.

Deixa-me explicar-te como se fosses uma criança de cinco anos:

Tudo não passa de uma manobra de cosmética financeira, tão medíocre que nem pode ser apelidada de engenharia financeira. Através do perdão fiscal, o governo consegue aumentar o potencial valor de venda do banco, mas esse aumento será completamente anulado pela perda de receitas fiscais, que esse perdão irá acarretar para os cofres públicos. Um jogo de soma nula, bem ao gosto da ciência política.

Resumindo era apenas Coelho escondido com o rabo de fora…

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