#renovar o irrenovável

Paulo Portas

Paulo Portas revoga o irrevogável, alegadamente, em nome do “interesse nacional”, ficando à espera que os portugueses renovem a confiança nele. Mas, a confiança é como a virgindade, só se perde uma vez!

O vice-primeiro-ministro tem idade para saber que uma vez perdida a confiança política, esta não se restaura, por mais "cautelas e caldos de galinha" que se ponham nos discursos políticos dos vários intervenientes.

Apesar de Paulo Portas citar Aristóteles para chamar a si a virtude da moderação, moderação foi tudo que o líder do CDS/PP não teve, ao avançar com o seu pedido de demissão irrevogável no verão de 2013.

Alegadamente, a visão do que significa “moderação” para Paulo Portas é muito suis generis. Consiste apenas em encostar-se ora à direita ora à esquerda é servir de mediatriz no arco da governação, que é como quem diz, servir de meretriz da governação.

Resumindo, o discurso de Paulo Portas ontem na SIC é de alguém que está convencido que ainda lhe devemos dinheiro, pelo que sugiro que da próxima vez que este aparecer na televisão, passem o NIB dele em rodapé, para os portugueses poderem saldar essa dívida.

Tenham paciência… agora já falta pouco.

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