#Sancho Pança

Alberto João Jardim como Sancho Pança

Se João Jardim tivesse aderido às metáforas bíblicas, talvez se tivesse descrito como um Faraó, esse símbolo máximo da democracia no Antigo Egipto. Mas imaginar-se um Dom Quixote é também uma alucinação.

 Ainda a curar a ressaca do recente afastamento do cargo de Presidente da Região Autónoma da Madeira, alegadamente, o ex-governante parece querer passar de Rei do Carnaval da Madeira, a Bobo da Corte nas eleições presidenciais, “diretamente e sem passar pela casa da partida”.

O embrião do manifesto eleitoral que apresentou e apelidou de “Tomada da Bastilha”, mais parece o resultado do facto dele próprio… não ter tomado a pastilha. Alegadamente, não passa de uma lista de delírios políticos de alguém que sofre de Sebastianite aguda.

No entanto, se os méritos políticos de Alberto João Jardim são no mínimo discutíveis, já os seus méritos futebolísticos são indiscutíveis. Despede-se da liderança da Madeira, região apenas com duzentos e cinquenta mil habitantes, deixando três clubes na primeira liga do futebol português, feito que só a capital do nosso país consegue igualar.

Termino com uma pergunta. Tal feito não deverá ser encarado como um sinal exterior de riqueza (desportiva)?

Se calhar já está na altura do arquipélago passar a pagar a mesma taxa de IVA que nós pagamos aqui no continente… por solidariedade desportiva.

2 contra-alegações:

  1. Pois sim tomem cuidado muito cuidado com esses gajos, é uma vergonha nacional o que andam a fazer ao nosso povo e á nossa nação !!!!

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  2. agora é que a tap(ironia)vai ficar com os cofres cheios(que pena ter sido vendida a pataco)com tantas viagens à conta do "pontapé na bola" madeirense...

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