Costa entre a espada e a parede?

Imagem de António Costa – Virar as costas à luta ou morrer pelas costas?

Alegadamente, António Costa está como “o tolo no meio da ponte”. Se virar à direita, viabilizando um acordo com a Coligação, está a virar novamente as costas à luta, à espera de melhores dias, que provavelmente nunca virão. Se virar à esquerda, avançando com uma coligação alargada de esquerda, arrisca-se a ser vítima de traições internas (é irónico mas por vezes, quem com ferros mata, com ferros morre).

A Catarina Martins e o Jerónimo de Sousa estenderam-lhe a passadeira vermelha, para ele se livrar dos fantasmas dos seus dois Josés, que lhe amaldiçoaram as últimas eleições: o do José Sócrates (de quem é visto apenas como o seu “número 2”), e o do António José Seguro (de quem é visto como tendo-o apunhalando pelas costas, quando lhe “cheirou” a poder).

Será que Costa se sente seguro para fazer história ou está à beira de passar à história?

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